Saúde

Você dá a devida importância à sua saúde bucal?

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Saúde bucal é um tema delicado, tanto que o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) realizou a Pesquisa Nacional de Saúde recentemente. Os dados do estudo mostraram que apenas 53% dos brasileiros fazem uso da escova de dentes, fio dental e pasta na hora de realizar a higiene bucal.

Entre os homens e as mulheres, elas saem na frente: 57,7% afirmam usar os itens básicos de saúde, enquanto apenas 48,4% dos homens dizem o mesmo. O IBGE também analisou a relação entre nível de escolaridade e higiene bucal e descobriu que 83,2% das pessoas com nível superior usam os três itens diariamente, contra 29,2% de quem tem apenas o fundamental incompleto.

Se analisarmos apenas as idades, a população com maior índice é a de 30 a 39 anos, com 64,9%, seguidos dos jovens de 18 a 29 anos (61,4%) e idosos com mais de 60 anos (29,1%).

No entanto, o maior problema é que esses dados mostram que quase 2% da população sofre com alguma doença dentária de grau intenso ou dificuldades severas de se alimentar. Já as complicações mais comuns — como cáries, placa bacteriana, mau hálito, aftas, gengivite e a perda dos dentes — afetam mais de 23% dos brasileiros, de acordo com o Conselho Federal de Odontologia.

1. Quais são os problemas bucais mais comuns?

Quando falamos de tratamento odontológico, a extração — sem ser a do siso — alcança o 26% de todos os procedimentos realizados no Brasil, seguida pela limpeza dental (26%) e obturação, com 17%.

No entanto, é preciso levar em consideração que os problemas odontológicos são diferentes, de acordo com a fase de vida. Isso quer dizer que uma criança tem mais chances de apresentar uma determinada dificuldade se comparada a um adulto, por exemplo.

Por isso, para entender os principais problemas bucais, é preciso ter um panorama mais detalhado da infância, juventude, fase adulta e terceira idade. Vejamos:

Problemas de saúde bucal da infância

Os bebês e crianças com mais de dois anos têm dentição de leite que, com o passar dos anos, cai e dá lugar aos dentes permanentes. Por isso, ter atenção aos primeiros sinais de nascimentos de sua dentição é fundamental para o acompanhamento correto do odontologista. Principalmente porque, nessa fase, muitos deles apresentam gengivite, cáries e biofilme dental. Entenda:

Cárie

O principal problema bucal do mundo e é também o que atinge mais as crianças. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, 56% da população brasileira com menos de 12 anos de idade sofre com essa disfunção. Isso acontece, principalmente, por conta da escovação ineficiente.

Nem sempre as crianças são ensinadas a realizar a higiene bucal corretamente. Às vezes, simplesmente por pressa de aproveitar mais das brincadeiras, elas acabam por deixar alguns aspectos da escovação de lado.

Não à toa, os especialistas brasileiros afirmam que as crianças devem frequentar o dentista antes mesmo de os dentes nascerem, para serem acompanhadas de perto. Afinal, o profissional da saúde tem preparo específico para ajudar os pequenos a tirarem de letra essa parte essencial de seu desenvolvimento.

Gengivite

As crianças sofrem com o problema por conta de duas frentes:

  • a higiene realizada de maneira errada;
  • a alimentação rica em carboidratos e açúcares.

Além disso, o acúmulo de placa também ajuda a piorar o problema.

Os primeiros sinais se dão com a vermelhidão da gengiva, seguida de sangramento e desconforto para se alimentar. Se não tratada, ela pode avançar e chegar a forma mais grave — a periodontite, quando há perda óssea na região.

Nas crianças, o problema é recorrente, por conta de vários fatores, como:

  • dificuldade em realizar a higiene em dentes erupcionando;
  • maloclusão;
  • respiração bucal;
  • hábito de chupar o dedo;
  • doenças infecciosas;
  • escovação realizada de maneira errônea.

Biofilme dental

Também conhecia por placa bacteriana, ela pode ser considerada o princípio de muitos problemas bucais, incluindo a cárie e a gengivite. A placa pode atingir os pequenos assim que os primeiros dentes nascem, principalmente os que não usam fio dental diariamente. Acredite: há um jeito certo de usar o item em seu filho que acabou de ganhar a dentição de leite.

Quando não tratada, placa vai se tornando mais “madura” e, consequentemente, mais agressiva, o que pode ocasionar sérios problemas nos mais novos.

Problemas de saúde bucal dos jovens

Passados os primeiros anos, os jovens passam a cuidar mais de sua higiene e também são levados ao dentista com mais frequência, o que faz com que a incidência de alguns problemas diminua. No entanto, as consequências da infância podem ser prejudiciais para a saúde bucal, e é preciso atenção redobrada ao uso do fio dental e da escova de dentes.

No entanto, os profissionais de saúde e pais devem se atentar a um aspecto: se há um sorriso novo, é bem provável que novos desafios apareçam, e nem sempre os adolescentes sabem como lidar com eles. Saiba mais:

Transição dentária

Depois dos 12 anos, os dentes de leite já deram lugar aos definitivos e a boca do adolescente já não tem mais tanto “espaço” quanto antes. Nesse momento, o uso do fio dental se torna imprescindível, especialmente para acabar de vez com um problema que pode ter começado anos antes, que é a placa bacteriana.

Nós já falamos que se não tratada adequadamente ela acumula e se torna nociva para a saúde de seu filho, o que pode causar cárie, perda de dentição e até mesmo a periodontite.

Muitas vezes, o posicionamento dos dentes agrava o acúmulo de placa, e a solução está na busca por profissionais que, com a ajuda de aparelhos, posicionam melhor os dentes dos adolescentes.

Doença periodontal

Ela diz respeito a uma série de doenças inflamatórias que ocorrem na gengiva e nos tecidos ósseos e moles. Com o tempo, há um agravamento dessa condição e a calcificação da placa bacteriana, que pode dificultar a alimentação e ocasionar consequências pelo resto do corpo do adolescente, como falaremos mais para frente neste e-book.

Traumatismo

As lesões nas estruturas dentais e nos próprios dentes também são comuns nesse período. Normalmente, elas acontecem por fatores externos como quedas e podem ser microtraumatismos ou lesões mais graves, incluindo a perda do corpo dentário.

Aparecimento do terceiro molar

Nessa fase da vida, muitas pessoas se deparam com a oclusão do terceiro molar — ou siso, como conhecemos de maneira popular. Com ele, podem aparecer também a inflamação no capuz gengival e cistos dentígeros que, se não tratados, podem se agravar e causar lesões severas.

O incômodo de seu nascimento também costuma fazer muitos adolescentes procurarem o consultório de seu dentista. Além disso, em algumas pessoas, o mau posicionamento desses dentes pode “empurrar” os demais e acabar até mesmo causando cárie ou quebras na raiz dos segundos molares. Em casos mais severos, o paciente acaba perdendo esses dentes.

Problemas de saúde bucal dos adultos

Pode parecer contraditório, mas, nessa fase, muita gente deixa a higiene bucal de lado por acreditar que não terá mais problemas. Isso faz com que algumas doenças apareçam. O problema é que muitas delas não são prejudiciais apenas para a sua boca. Confira:

Halitose

Conhecida, popularmente, como mau hálito, a halitose é o principal problema bucal da idade adulta, de acordo com a Sociedade Brasileira de Odontologia. Ela pode indicar distúrbios intestinais e estomacais, incluindo a presença de bactérias nocivas para o corpo.

O mais comum é que a halitose apareça por conta da má higiene bucal, incluindo pouca escovação e a falta de uso do fio dental, assim como de uma placa bacteriana esbranquiçada, normalmente encontrada na língua.

Placa Bacteriana

Ela acompanha o ser humano desde os primeiros anos com dentes de leite, mas, na fase adulta, pode ser ainda mais perigosa. Seu principal problema ainda é o acúmulo de resíduos orgânicos nos dentes, agravado pela má higiene bucal.

A placa bacteriana é responsável pelo aparecimento de cáries, que, se não tratadas, podem “matar” o dente, assim como do mau hálito, que normalmente não é percebido pelo indivíduo afetado.

Gengivite

Sangramentos, desconforto e até mesmo a região inchada são sintomas da gengivite. Muitos adultos sofrem com ela e podem chegar a perder parte do osso da região ou o dente.

Causada pela má escovação, ela se agrava quando o acúmulo de placa é intenso, mas pode ser vencida com o uso correto da escova, fio dental e enxaguante, além de uma limpeza realizada pelo dentista.

Lesões na boca

Aftas, traumas e pequenos caroços são recorrentes entre os adultos. Eles normalmente indicam inflamações na gengiva ou traumas realizados durante a escovação.

Retração da Gengiva

Consequência da gengivite, a retração causa deslocamento da gengiva e traz não apenas consequências estéticas ruins para o paciente, mas também muita dor, já que a raiz do dente acaba exposta.

O problema também pode acontecer devido à força realizada durante a escovação, ou pelo uso de escovas de dentes de cerdas muito duras.

Idosos

A ideia de que na velhice é comum perder os dentes já foi desmistificada há alguns anos. O que se sabe é que apesar do índice de CPO-d — dentes cariados, perdidos e obturados — ser maior entre os mais velhos, a saúde bucal dos idosos pode ser preservada com:

  • visitas regulares ao dentista;
  • mudança na alimentação;
  • higiene bucal correta.

Sensibilidade

É comum ainda que:

  • os dentes e a gengiva fiquem cada vez mais sensíveis;
  • a gengiva se desloque;
  • o esmalte dos dentes já esteja bem desgastado;
  • o índice de cáries aumente.

Tudo isso pode causar dor e desconforto.

Próteses

A perda de alguns dentes faz com que a pessoa tenha que optar pelo uso de próteses, que podem ser fixas ou móveis. Em ambos os casos, a higiene bucal inclui o cuidado com esses itens. Afinal, como já dissemos, a gengiva está mais sensível.

Vale lembrar que a perda dentária só acontece quando as cáries não foram devidamente tratadas ou quando há algum trauma.

2. Quando procurar um especialista?

Conselho Federal de Odontologia realizou uma pesquisa com o intuito de entender o hábito da higiene bucal dos brasileiros. Para isso, mais de 2 mil pessoas com mais de 16 anos foram ouvidas. Desse montante, mais de 44% afirmaram que não iam com frequência ao consultório de nenhum dentista.

A maior parte das pessoas que realizaram essa afirmação atribuiu a ausência ao fato de “não precisarem” dos profissionais de saúde. No entanto, como mostramos no item anterior, a saúde bucal é essencial para a prevenção de doenças que podem se transformar em problemas de saúde mais graves.

Por isso, o ideal é que se procure um dentista já nos primeiros meses de vida, por volta dos 6 ou 7 meses. Já crianças maiores, adolescentes e adultos devem procurar o profissional pelo menos uma vez ao ano, enquanto os idosos devem se consultar de seis em seis meses.

Dessa maneira, você terá o acompanhamento necessário para ter a saúde bucal plena. No entanto, se não tem esse hábito, há alguns sinais que ajudarão você a entender se é preciso procurar o odontologista com urgência. São eles:

  • dor ao mastigar;
  • sangramento;
  • ferida na boca;
  • sensibilidade;
  • abcesso;
  • fratura etc.

3. Quais hábitos prejudicam a saúde bucal?

Para evitar problemas odontológicos, é preciso evitar hábitos prejudiciais, que encurtam o tempo de visita ao odontologista e fazem com que tenha problemas desnecessários. Acredite: alguns deles são repetidos à exaustão e podem ser as causas de sua dor e sensibilidade. Veja:

Palitar os dentes

Prática muito comum entre os brasileiros, palitar os dentes é péssimo para sua saúde bucal. Além de machucar a gengiva, o hábito pode causar lesões mais sérias. Afinal, esses itens não são esterilizados e podem conter micro-organismos prejudiciais à nossa saúde.

Não trocar a escova de dentes

O tempo ideal de substituição da escova é de 3 em 3 meses. No entanto, muitos brasileiros acreditam que esse não é um hábito necessário. O desgaste das cerdas é intenso e pode machucar a gengiva e prejudicar a realização da higiene de maneira correta.

Em caso de infecções e inflamações, a escova deve ser trocada com menos tempo de uso, evitando assim que o vírus ou bactéria volte para a sua boca.

Roer as unhas

As causas são as mais diversas: nervosismo, ansiedade ou simplesmente um hábito adquirido ainda na infância. No entanto, roer as unhas pode fazer com que uma série de bactérias, germes e fungos cheguem à sua boca. Além disso, pessoas que possuem esse hábito têm chances maiores de desenvolver bruxismo.

Descartar o uso do fio dental

Usar o fio dental é imprescindível, mas existem muitas pessoas que acreditam que apenas a escova e a pasta são fundamentais. O fio é responsável por retirar restos de comida entre os dentes e também prevenir contra a placa bacteriana.

Por isso, inclua o item em sua rotina de higiene bucal e colha os benefícios para sua saúde.

Quebrar o gelo

Pode parecer besteira, mas muita gente tem o hábito de mastigar o gelo. O problema é que os dentes são sensíveis, e realizar esse movimento pode acabar lesionando alguma parte de seu dente, causando até mesmo rachaduras e fissuras algum tempo depois.

4. Como a alimentação interfere?

Além de hábitos ruins, a alimentação também interfere em sua saúde bucal. Os especialistas afirmam que existem três tipos de alimentos:

  • adesivos: que aderem aos dentes e podem causar cárie;
  • ácidos: que favorecem a erosão dos dentes;
  • detergentes: que auxiliam na remoção de resíduos.

É de se imaginar que o consumo excessivo dos dois primeiros grupos pode prejudicar a sua saúde bucal, enquanto o consumo do último é benéfico para os seu dentes e gengiva.

Bolachas, doces e balas são os mais conhecidos alimentos adesivos, enquanto as frutas cítricas e os refrigerantes são ácidos e podem auxiliam no processo de desgaste. Quem quer colher benefícios deve investir no consumo de verduras e legumes crus ou cozidos.

Outro ponto a ser observado é que dietas restritivas — pobre em vitaminas, fibras e sais minerais — provocam diminuição da saliva e alterações na gengiva, no periodonto e hipoglicemia.

O primeiro sinal é a halitose, que pode ser seguida de falta de cálcio e até mesmo enfraquecimento da estrutura da boca. Além disso, alimentos ricos em açúcar podem causar cáries e aumentar a placa bacteriana.

A Academia de Nutrição e Dietética publicou um estudo no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics intitulado Saúde Bucal e Nutrição. Nele, diversos profissionais da área enfatizam a relação entre alimentação e saúde bucal. Para isso, eles afirmam que é possível prevenir diversos problemas bucais com uma dieta balanceada e rica em proteína magras, vegetais e frutas.

Mas para isso, é preciso também ir ao dentista com regularidade e ter uma rotina de higiene bucal efetiva.

Abaixo, listamos os itens que não podem faltar no seu cardápio, se o intuito é melhorar a saúde bucal de toda a família:

  • grãos — sendo, pelo menos, a metade das porções semanais de grãos integrais;
  • vegetais e frutas — lembre-se que metade de tudo o que você come durante o dia deve ser um combinado desses alimentos;
  • proteínas magras: — carne vermelha magra, frango, peixe, ovos, frutos do mar, ervilhas e feijões;
  • laticínios — opte pelas versões desnatadas ou semidesnatadas.

5. Como evitar os hábitos ruins?

Depois de ter atenção à alimentação, visitar periodicamente o dentista e conhecer bem cada fase de sua saúde bucal, é preciso abandonar os hábitos prejudiciais. A primeira coisa a ser feita é identificar o quanto cada um deles pode fazer mal à sua saúde. Isso ajudará você a se conscientizar do problema.

Depois, trace uma rotina alimentar balanceada, que contemple os alimentos detergentes e que seja pobre em alimentos adesivos. Atente-se também para os hábitos de roer de unha e usar o palito de dente, evitando-os ao máximo.

Procure um odontologista de confiança e faça uma avaliação da sua saúde bucal, especialmente se você tem sensibilidade ou dor ao escovar os dentes. Lembre-se também de usar fio dental — já existem, no mercado, marcas de itens ultrafinos que podem ser usados até mesmo por quem tem sensibilidade nos dentes.

A escova de dentes deve ser trocada a cada três meses. E, caso você tenha tido uma gripe forte ou inflamação na garganta, o recomendado é trocá-la assim que o processo infeccioso for detectado.

6. Quais doenças podem se manifestar na boca?

A saúde bucal é um tema sério e que merece atenção de pessoas de todas as idades, em especial de pais e mães que têm filhos pequenos que estão iniciando as práticas de higiene bucal.

Os cuidados são importantes, pois é na boca que algumas doenças começam a se manifestar, principalmente quando a imunidade está baixa. Entre os exemplos estão:

Lúpus eritema multiforme e Lúpus eritematoso sistêmico

Doenças autoimunes que podem ser identificadas por meio de úlceras na boca.

Anemia

Pode ser detectada pela mudança no aspecto da língua, que tende a perder o visco e ficar escura.

Sífilis

Também pode se manifestar na mucosa oral. A doença causa, comumente, granulomatosas; lesões parecidas com tumores e que apresentam uma ferida aberta bem no centro, cicatrizando depois de um longo tempo e com muita dificuldade.

Candidíase pseudomembranosa

Conhecida popularmente como sapinho, ela se manifesta na região por meio de pequenas membranas esbranquiçadas, similares a feridas, que “grudam” nas mucosas e incomodam os pacientes, principalmente na hora de se alimentar.

Pericardite

A mais grave das doenças causadas pela má higiene bucal pode levar à morte. Isso porque bactérias da região podem cair na corrente sanguínea — geralmente por meio de um canal não realizado — e chegar ao tecido cardíaco, causando uma infecção no coração.

Leucemia

O câncer sanguíneo também pode se manifestar primeiro na boca. Isso porque é comum que pessoas com a doença tenham sangramento espontâneo e aumento da gengiva.

Por isso, estar atento ao calendário odontológico e realizar a higiene bucal corretamente é essencial na hora de prevenir uma série de problemas, sejam eles bucais ou cardíacos — como é o caso da pericardite.

Além disso, a ida ao dentista  ajuda a corrigir os desgastes que acontecem ao longo dos anos, previne e combate a halitose e auxilia seu organismo a funcionar de maneira plena, já que os problemas na gengiva podem afetar os sistemas digestivo, respiratório, reprodutivo e circulatório.

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